ROCK
Rock é o termo abrangente que define um gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos no final dos anos quarenta e início dos cinquenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".1
No final das década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.
O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita, são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".1
A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista,
formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções
e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às
vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos,
como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos
também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.
Francieli Ulrich do Nascimento 8ª
Lucieli Rosa Donate 8ª
terça-feira, 30 de abril de 2013
Por que engordamos ou emagrecemos

Alguns estudos indicam que cerca de 7700 kcal armazenadas em nosso tecido adiposo corresponderiam a 1 kg de massa a mais em nosso organismo.
Dessa forma, se você quiser emagrecer 1 kg, precisará ter um déficit (diferença negativa entre o consumo e a ingestão) energético de 7700 kcal.
Assim, respondendo a questão inicial (qual a solução mais eficiente para consequir emagrecer?), o ideal é controlar o apetite, o que significa abrir mão de sobremesas, refrigerantes e outros alimentos muito calóricos.
Ângelo Fabrin
Química
É a ciência que estuda a matéria, sua composição e suas propriedades. O químico analisa substâncias e compostos, identifica suas característicasfísico-químicas, como elasticidade ou toxicidade. Investiga como os compostos reagem às variações de pressão e temperatura, entre outros fatores. Em indústrias químicas, por exemplo, pesquisa novos materiais, supervisiona a produção e aplica testes de qualidade. Entre suas atribuições também estão a elaboração de projetos de instalações industriais e a manutenção de equipamentos.

Francieli Ulrich do Nascimento 8ª
É a ciência que estuda a matéria, sua composição e suas propriedades. O químico analisa substâncias e compostos, identifica suas característicasfísico-químicas, como elasticidade ou toxicidade. Investiga como os compostos reagem às variações de pressão e temperatura, entre outros fatores. Em indústrias químicas, por exemplo, pesquisa novos materiais, supervisiona a produção e aplica testes de qualidade. Entre suas atribuições também estão a elaboração de projetos de instalações industriais e a manutenção de equipamentos.

Francieli Ulrich do Nascimento 8ª
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Métodos de separação de misturas homogêneas!
Decantação: As misturas heterogêneas de líquidos, se deixadas por um tempo em repouso, têm sua parte sólida depositada no fundo do recipiente separando-se da fase líquida.
Filtração: Nesse processo, quando a mistura é despejada sobre o filtro, o sólido não dissolvido fica retido e a fase líquida passa livremente. Esse filtro contém uma superfície porosa que retém a parte sólida e deixa passar a parte líquida.

Ventilação: Esse método é usado, por exemplo, para separar a palha do grão de arroz. É aplicada uma corrente de ar, e a palha, que é mais leve, voa.

Sublimação: As substâncias participantes desse processo podem ser separadas das impurezas através da sublimação e posterior cristalização.

Separação Magnética: É um método que utiliza a força de atração do imã para separar materiais metálicos ferromagnéticos dos demais.

Ângela Isabel da Rosa 8ªsérie
Filtração: Nesse processo, quando a mistura é despejada sobre o filtro, o sólido não dissolvido fica retido e a fase líquida passa livremente. Esse filtro contém uma superfície porosa que retém a parte sólida e deixa passar a parte líquida.
Ventilação: Esse método é usado, por exemplo, para separar a palha do grão de arroz. É aplicada uma corrente de ar, e a palha, que é mais leve, voa.
Sublimação: As substâncias participantes desse processo podem ser separadas das impurezas através da sublimação e posterior cristalização.
Separação Magnética: É um método que utiliza a força de atração do imã para separar materiais metálicos ferromagnéticos dos demais.
Ângela Isabel da Rosa 8ªsérie
terça-feira, 23 de abril de 2013
Aids – a bomba-relógio africana
O maior entrave ao desenvolvimento do continente africano é um vírus. Em uma faixa de terra que fica entre o deserto do Saara e o Cabo da Boa Esperança, a Aids já tirou a vida de mais de 25 milhões de pessoas. Cerca de 30 anos depois do início da epidemia do vírus HIV no mundo, os serviços disponíveis aos portadores ainda não atendem adequadamente às necessidades dos pacientes e, em muitos casos, os tratamentos nem chegam a quem precisa. A seguir, saiba por que só a ajuda internacional poderá pôr fim à agonia da Mama África.
Jean Vitor Henzel 8ª
terça-feira, 16 de abril de 2013
Aula Maravilhosa!!!
Hoje dia 16/04/13 às 11:18, estamos no laboratório de informática, na aula de ciências.
Ângela Isabel da Rosa
Ângela Isabel da Rosa
terça-feira, 9 de abril de 2013
Água :Um bem finito
A água doce é o bem mais precioso existente no planeta Terra. Todos os seres vivos dependem dela para sobreviver.
Ao longo dos últimos séculos, as atividades humanas têm vindo a provocar danos irreparáveis nesta matéria-prima que não é inesgotável.
A poluição e o seu consumo excessivo têm consequências negativas em todos os ecossistemas e nas próprias atividades humanas como, por exemplo, na agricultura e na indústria. Neste filme são abordadas estas temáticas e outras como o ciclo da água e os processos de tratamento, antes e depois do seu consumo pelo homem.
A realização das atividades propostas e a consulta de materiais de apoio sugeridos, como complemento ao visionamento deste filme, contribuirão para a alteração de comportamentos na correta gestão da água.
Jean Vitor Henzel 8ª
Jean Vitor Henzel 8ª
terça-feira, 26 de março de 2013
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Nelson Mandela
Nelson Rolihlahla Mandela (Mvezo, 18 de
julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África
do Sul de 1994 a 1999, considerado como o mais importante líder da África
Negra, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993, e Pai da
Pátria da moderna nação sul-africana.
Até 2009 havia dedicado 67 anos de sua vida a serviço da humanidade -
como advogado dos direitos humanos e prisioneiro de consciência,
até tornar-se o primeiro presidente da África do Sul livre, razão pela qual em
sua homenagem a ONU instituiu o Dia Internacional Nelson Mandela no dia de seu nascimento, como forma de valorizar em todo o mundo a
luta pela liberdade, pela justiça e pela democracia.
Nascido numa família de nobreza tribal, numa pequena aldeia do interior
onde possivelmente viria a ocupar cargo de chefia, abandonou este destino aos
23 anos ao seguir para a capital Joanesburgo e iniciar atuação política.
Passando do interior rural para uma vida rebelde na faculdade, transformou-se
em jovem advogado na capital e líder da resistência não-violenta da juventude
em luta, acabando como réu em um infame julgamento por traição, foragido da
polícia e o prisioneiro mais famoso do mundo, após o qual veio a se tornar o
político mais galardoado em vida, responsável pela refundação de seu país - em
moldes de aceitar uma sociedade multiétnica.
Criticado muitas vezes por ser um pouco egocêntrico e por seu governo ter sido amigo de ditadores que foram simpáticos ao Congresso Nacional Africano, a figura
do ser humano que enfrentou dramas pessoais e permaneceu fiel ao mister de
conduzir seu país suprimiu todos os aspectos negativos.
Foi o mais poderoso símbolo da luta contra o regime segregacionista do Apartheid, sistema racista oficializado em 1948, e modelo
mundial de resistência. No dizer de Ali Abdessalam Treki, Presidente
da Assembleia Geral das Nações Unidas, "um dos maiores líderes morais e políticos de nosso tempo".
Suzane Luiza Schuster Neuhaus, 8º Série
Suzane Luiza Schuster Neuhaus, 8º Série
sábado, 30 de junho de 2012
Críticas internacionais sobre a Rio+20
The Guardian: Um dos mais importantes diários britânicos, o The Guardian enviou o repórter Jonathan Watts ao Rio. E colocou, em material de capa, a chamada Ban Ki-Moon convoca líderes mundiais a agir pela sustentabilidade. O periódico destaca que o secretário-geral da ONU considera que a carta de intenções da Rio+20 será "um mero pedaço de papel" se os líderes não agirem.
The New York Times: O New York Times, que deu espaço interno e não grande para o encontro, destacou a ausência de pesos-pesados da política no encontro de chefes de Estado no Rio, como o americano Barack Obama, o britânico David Cameron e a alemã Angela Merkel, "mais preocupados com as suas políticas nacionais e a desordem financeira que prevalece na Europa".
Le Monde: O diário fracês conclui que "não há muito a esperar". O periódico destaca a falta de consenso político entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Os políticos da ONU teriam optado por destacar temas da moda, como o aquecimento global e a economia verde, em vez de se concentrar em pontos mais importantes, como a poluição do ar e da água.
The Washington Post: O jornal publicou uma reportagem cuja manchete é Enquanto a cúpula do Rio discute, americanos assistem ao meio ambiente se deteriorar. Pesquisa feita pelo jornal mostra que seis em cada 10 norte-americanos acreditam que a humanidade piorou as condições do ambiente. O jornal considera que a Rio+20 produziu "pouca substância e compromissos abstratos".
EL PAÍS: Franco Barón, enviado especial ao Rio de Janeiro pelo importante diário espanhol, fez uma série de reportagens, com destaque para a "inexistência de avanços" na cúpula no Brasil. O jornalista afirma que as 49 página dos documento final elaborado na última terça-feira não mostram passos decisivos para proteção dos oceanos ou financiamento de políticas de desenvolvimento sustentável.
Le Figaro: O diário conservador francês Le Figaro publicou chamada na capa com o título Brasil, um líder sem influência do Rio+20. A reportagem diz que a diplomacia brasileira está desesperada para costurar um acordo, mas se mostrou incapaz de assumir o papel de liderança esperado. O documento foi considerado pelas delegações da União Europeia "desprovido de ambição".
Fox News: A rede de televisão dos EUA, não deu importância à conferência. Limitou-se a reproduzir, em seu site, notícia de agência Associated Press intitulada Grande cúpula de meio ambiente da ONU é aberta no Rio. A notícia destaca que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, considera tímidos os avanços no meio ambiente.
Jean Vitor Henzel, 7º Série
The New York Times: O New York Times, que deu espaço interno e não grande para o encontro, destacou a ausência de pesos-pesados da política no encontro de chefes de Estado no Rio, como o americano Barack Obama, o britânico David Cameron e a alemã Angela Merkel, "mais preocupados com as suas políticas nacionais e a desordem financeira que prevalece na Europa".
Le Monde: O diário fracês conclui que "não há muito a esperar". O periódico destaca a falta de consenso político entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Os políticos da ONU teriam optado por destacar temas da moda, como o aquecimento global e a economia verde, em vez de se concentrar em pontos mais importantes, como a poluição do ar e da água.
The Washington Post: O jornal publicou uma reportagem cuja manchete é Enquanto a cúpula do Rio discute, americanos assistem ao meio ambiente se deteriorar. Pesquisa feita pelo jornal mostra que seis em cada 10 norte-americanos acreditam que a humanidade piorou as condições do ambiente. O jornal considera que a Rio+20 produziu "pouca substância e compromissos abstratos".
EL PAÍS: Franco Barón, enviado especial ao Rio de Janeiro pelo importante diário espanhol, fez uma série de reportagens, com destaque para a "inexistência de avanços" na cúpula no Brasil. O jornalista afirma que as 49 página dos documento final elaborado na última terça-feira não mostram passos decisivos para proteção dos oceanos ou financiamento de políticas de desenvolvimento sustentável.
Le Figaro: O diário conservador francês Le Figaro publicou chamada na capa com o título Brasil, um líder sem influência do Rio+20. A reportagem diz que a diplomacia brasileira está desesperada para costurar um acordo, mas se mostrou incapaz de assumir o papel de liderança esperado. O documento foi considerado pelas delegações da União Europeia "desprovido de ambição".
Fox News: A rede de televisão dos EUA, não deu importância à conferência. Limitou-se a reproduzir, em seu site, notícia de agência Associated Press intitulada Grande cúpula de meio ambiente da ONU é aberta no Rio. A notícia destaca que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, considera tímidos os avanços no meio ambiente.
Jean Vitor Henzel, 7º Série
terça-feira, 12 de junho de 2012
Rio+20
A
Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será
realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é
assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das
Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá
contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as
próximas décadas.
A
proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral das
Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009.
O
objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o
desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas
na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto
e do tratamento de temas novos e emergentes.
A Conferência terá dois temas principais:
A Rio+20
será composta por três momentos. Nos primeiros dias, de 13 a 15 de junho, está
prevista a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão
representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados
na Conferência. Em seguida, entre 16 e 19 de junho, serão programados os Diálogos
para o Desenvolvimento Sustentável. De 20 a 22 de junho, ocorrerá o
Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de
diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.
Crystuel Angelo Da Costa, 6º Ano e Suzane Luiza Schuster Neuhaus, 8º Série
domingo, 10 de junho de 2012
O que são fósseis?
Os fósseis são restos de seres vivos ou vestígios de atividades biológicas (ovos, pegadas,
etc.) preservados nos sistemas naturais. Entende-se por "sistemas
naturais" aqueles contextos em que o processo de preservação não resulta
da ação antrópica, podendo o fóssil ser preservado em sedimentos, rochas, gelo, piche, âmbar, solos, cavernas, etc. Preservam-se como moldes do corpo ou partes do próprio ser vivo, seus rastos e pegadas.
A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e
camadas sedimentares é conhecido como registro fóssil. A palavra
"fóssil" deriva do termo latino fossile que significa "desenterrado" ou "extraído da terra". A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia, iniciada com os trabalhos de Georges Cuvier.
A geração de fósseis, ao contrário do que se poderia supor, é um fenómeno corriqueiro e que ocorre frequentemente. O registo fóssil contém inúmeros vestígios fossilizados dos mais variados organismos do passado geológico da Terra. Tudo pode fossilizar, até mesmo os restos orgânicos mais delicados e perecíveis.
Jeferson Ulrich e Guilherme Borsoi, 6º Série
A geração de fósseis, ao contrário do que se poderia supor, é um fenómeno corriqueiro e que ocorre frequentemente. O registo fóssil contém inúmeros vestígios fossilizados dos mais variados organismos do passado geológico da Terra. Tudo pode fossilizar, até mesmo os restos orgânicos mais delicados e perecíveis.
Jeferson Ulrich e Guilherme Borsoi, 6º Série
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